sábado, 22 de janeiro de 2011

poucas

de todo o ressentimento,
da recusa voluntária
da inconstante reação
eu não ligo

é, não me importa
eu te gosto
e te guardo nos bons átrios
aqueles que na frenética contração
me permitem haver

daí, incrivelmente afirmo:
- eu sinto paz
e pretensioso, sem recear
te confesso
amo, silencioso
distante
constante
eternamente

Nenhum comentário: